<<< "A humanidade e o reflexo da maldade de Deus, ainda que o seu mal seja desfigurado em nossa consciência decadente, o seu amor e misericordia esta sobre nós." - Gen. 8:21 >>>

Pense Nisto:

“A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.”

Martinho Lutero!

sexta-feira, novembro 16, 2012

Notas da República

O Brasil é assim. Militares positivistas dão um golpe de estado em 1889 e a gente ganha um feriado para o resto da vida. Na minha humilde opinião, foi uma troca justa.
Aproveitei o dia livre para escrever esta crônica (o sindicato que me perdoe, mas eu trabalho nas folgas) e arrumar o escritório (que estava uma bagunça). Um pouco de ordem e progresso não faz mal a ninguém, especialmente quando não os utilizamos para tomar o poder.

Se não me falha a memória das aulas da sociologia (eu adoro esquecer sociologia), o lema de Auguste Comte era “amor, ordem e progresso”. Na certa os marechais positivistas de 1889 acharam que o amor era uma virtude cristã demais e decidiram bani-lo da bandeira nacional. Para alegria dos positivistas, um ancestral do procurador aparecido estava atento na época.

Na minha modestíssima opinião (embora humildade superlativa seja uma contradição em termos, tal como democracia socialista), o lema da bandeira deveria ser trocado para “enxada e caldo de galinha”. Ambos não fazem mal a ninguém.

Para decepção dos meus 70 não-leitores, que adoram falar mal de mim, devo dizer que não sou monarquista, apesar do grande Joaquim Nabuco. Acho mesmo que deveríamos abolir o cleptopopulismo e instaurar a democracia. O grande problema da República Socialista do Brasil não é a república.

Aliás, sou um republicano convicto. Parafraseando Henry Miller, diria que sou um patriota da República da Humaitá, 143. Meu Palácio do Planalto é aquela casa que habitei por cinco longos anos, na primeira pracinha (arquitetonicamente chamada “cotovelo de quadra”) do Jardim Higienópolis. A casa não existe mais, foi substituída por um prédio. Mas a minha memória – que odeia sociologia e adora nostalgia – ainda vive por lá.

Sobre a recente polêmica gerada pelos defensores do “Estado laico”, esse novo deus pagão, prefiro não falar nada. O assunto não vale dez reais. Desculpe: dé real. Minha querida mãe já dizia: “Quer aparecer, pendura uma melancia no pescoço”.

(Consegui escrever uma crônica inteira sem pronunciar Aquele Nome. Meu Deus! Ops...)
Fonte: JL em  16 de Novembro de 2012

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Curiosidades Bíblicas:

As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos. Essas divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras. Stephen Langton, professor da Universidade de Paris, mais tarde arcebispo da Cantuária, dividiu a Bíblia em capítulos em 1227. Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos em 1551 e em 1555. Felizmente, estudiosos judeus, desde aquela época, adotaram essa divisão de capítulos e versículos para o Antigo Testamento.

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