<<< "A humanidade e o reflexo da maldade de Deus, ainda que o seu mal seja desfigurado em nossa consciência decadente, o seu amor e misericordia esta sobre nós." - Gen. 8:21 >>>

Pense Nisto:

“A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.”

Martinho Lutero!

quarta-feira, março 04, 2009

Tradução mal feita

II Timóteo 3:16 pode nos induzir a vários erros. O texto nada diz sobre "inspiração". Aliás, foi Tertuliano que, também traduzindo mal II Tim. 3:16, tomou a palavra Θεόπυευστος (Teupneustos) por "inspirada por Deus" e criou a teoria da "inspiratio" (inspiração) aplicada às Escritura. Acontece que a palavra Θεόπυευστος tem que ser traduzida por "assumida pelo Espirito de Deus", ou "avaliada pelo Espirito de Deus", ou que traz as marcas do Espirito de Deus". Ou seja Θεόπυευστος é composta de duas palavras: Θeos e Πνεύμα (pnuma) . Se Πνεύμα é o substantivo significando espirito, Πνεύστος é o adjetivo de Πνευμα , adjetivo este que não tem equivalente em portugues e que não pode jamais ser traduzido por inspirado. A tradução de II Tim. 3:16 ficaria assim: "Toda a escritura (ou escrito; não é referência ao Antigo Testamento) que traz as marcas do Espírito de Deus é util para . . .". Tal tradução está bem de acordo com II Pedro 1:21, "não por vontade do homem que a profecia jamais se proferiu, mas homens dirigidos pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus". Não deveriamos jamais falar de "inspiração bíblica", mas da Teopneustia da escritura. Desta forma é que se faz justiça ao que a Bíblia é. A palavra "inspiratio" a empobrece sobremaneira e lhe diminui a grandeza teológica.
(STPL - Antonio de Godoy Sobrinho)

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Curiosidades Bíblicas:

As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos. Essas divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras. Stephen Langton, professor da Universidade de Paris, mais tarde arcebispo da Cantuária, dividiu a Bíblia em capítulos em 1227. Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos em 1551 e em 1555. Felizmente, estudiosos judeus, desde aquela época, adotaram essa divisão de capítulos e versículos para o Antigo Testamento.

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