<<< "A humanidade e o reflexo da maldade de Deus, ainda que o seu mal seja desfigurado em nossa consciência decadente, o seu amor e misericordia esta sobre nós." - Gen. 8:21 >>>

Pense Nisto:

“A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.”

Martinho Lutero!

quinta-feira, maio 15, 2008

Mar Morto/Qumran

O Mar Morto (al-Bahr al-Mayyit em árabe, Yam ha-Melah em hebraico) onde foram encontrados casualmente em uma gruta, nas encostas rochosas da região do Mar Morto, na região de Jericó, em março de 1947, em jarras de cerâmica que continham os rolos escritos de couro e papiro por Muhammad adh-Dhib, pastor beduíno da tribo Tamireh, na região de Khirbet Qumran, cerca de dois quilômetros a noroeste do mar Morto. Nas décadas de 1950 e 1960, em áreas próximas, descobriram-se outros documentos que também ficaram conhecidos com o mesmo nome. Segundo a hipótese mais aceita, eles foram postos nas 11 grutas de Qumran por membros da seita judaica dos essênios, que ali viveram de meados do século II a.C. até 68 da era cristã, e cuja existência é mencionada pelos historiadores Flávio Josefo, Tácito e Plínio. Os documentos teriam sido enterrados durante a guerra dos judeus contra os romanos, no ano 70 da era cristã, para serem mais tarde recuperados.
Além dos rolos contidos em ânforas mais de 600, entre textos bíblicos e não-bíblicos, alguns em bom estado de conservação descobriram-se numerosos utensílios, moedas, tecidos etc., e uma vasta necrópole com mais de mil túmulos.
Muitos documentos foram adquiridos por museus e bibliotecas de diversos países, e alguns dos mais valiosos encontram-se na Universidade Hebraica de Jerusalém. Os especialistas em geral concordam em datá-los de meados do século III a.C. a 68 da era cristã, a maior parte deles escritos durante os séculos I a.C. e I da era cristã. Com exceção do livro de Ester, todos os do cânon judaico-palestino foram encontrados em Qumran. Os mais importantes dentre os manuscritos são: um rolo do livro de Isaías, em excelente estado de conservação, com cerca de duas mil variantes do texto aceito pela exegese hebraica; uma paráfrase livre, em aramaico, do Gênesis; uma tradução aramaica do livro de Jó, com apenas 38 colunas parcialmente conservadas; 13 manuscritos com textos dos profetas e salmos, incluindo referências históricas à vida da comunidade; vários livros apócrifos judaicos, como o Livro dos jubileus, o Livro de Enoc, os Testamentos de Levi e Neftali, com a tradução em hebraico ou aramaico de obras até então só conhecidas em traduções gregas ou etíopes; a Regra da comunidade ou Manual de disciplina, da qual está completo um manuscrito que mistura doutrina teológica com prescrições práticas; a Regra da congregação, que determina especialmente a precedência entre o Messias sacerdotal e o Messias militar e político; e a guerra dos filhos da luz contra os filhos da trevas, que prevê o massacre de todos os pagãos e infiéis.

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Curiosidades Bíblicas:

As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos. Essas divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras. Stephen Langton, professor da Universidade de Paris, mais tarde arcebispo da Cantuária, dividiu a Bíblia em capítulos em 1227. Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos em 1551 e em 1555. Felizmente, estudiosos judeus, desde aquela época, adotaram essa divisão de capítulos e versículos para o Antigo Testamento.

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