<<< "A humanidade e o reflexo da maldade de Deus, ainda que o seu mal seja desfigurado em nossa consciência decadente, o seu amor e misericordia esta sobre nós." - Gen. 8:21 >>>

Pense Nisto:

“A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.”

Martinho Lutero!

terça-feira, março 20, 2007

Tumba de Jesus

1. Não há DNA de Jesus disponível para comparar com o que foi encontrado.
2. A análise estatística que foi efetuada não é confiável;
3. O nome Jesus era popular no primeiro século, aparecendo em 98 outras tumbas, e 21 em outras ossadas já encontradas;
4. Não há evidência histórica de que Jesus tenha se casado ou tido filho(s);
5. Os seguidores de Jesus nunca o chamaram "Jesus, filho de José";
6. É improvável que José, que morreu na Galiéia, tenha sido enterrado em Jerusalém já que dados históricos o ligam apenas a Nazaré ou Belém;
7. A tumba encontrada em Talpiot (a matéria escreveu erroneamente Talipot) teria pertencido a uma família rica, contrariando o que é historicamente aceito sobre Jesus (supostamente vindo de família pobre);
8. O historiador do século IV Eusébio deixa claro que Tiago, irmão de Jesus, foi enterrado sozinho perto do monte do templo e que sua tumba foi visitada nos primeiros séculos, tornando improvável que a tumba de Talpiot seja deveras de Jesus;
9. As 2 tumbas das 2 Marias em Talpiot não mencionam qualquer pessoa de Migdal, mas simplesmente lêem "Maria", que era o nome mais comum entre os nomes judaicos;
10. Os relatos da antigüidade dão conta que a tumba de Jesus estava vazia, tornando improvável que ela tenha sido movida para outra tumba, decomposto durante 1 ano e depois tendo os ossos colocados na tumba de Talpiot.

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Curiosidades Bíblicas:

As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos. Essas divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras. Stephen Langton, professor da Universidade de Paris, mais tarde arcebispo da Cantuária, dividiu a Bíblia em capítulos em 1227. Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos em 1551 e em 1555. Felizmente, estudiosos judeus, desde aquela época, adotaram essa divisão de capítulos e versículos para o Antigo Testamento.

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