<<< "A humanidade e o reflexo da maldade de Deus, ainda que o seu mal seja desfigurado em nossa consciência decadente, o seu amor e misericordia esta sobre nós." - Gen. 8:21 >>>

Pense Nisto:

“A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.”

Martinho Lutero!

sábado, março 17, 2007

Dogma e Dogmatismo

  • Que a Igreja deve aceitar certas verdades fundamentais como dogmas indiscutíveis, não há menor dúvida. Mesmo porque tal idéia de dogma está contida em Atos 16:4. (Nas cidades por onde passavam, transmitiam as decisões (dogmata) tomadas pelos apóstolos e presbíteros em Jerusalém, para que fossem obedecidas NVI), onde expressamente aparece, no original, a palavra dogma.

    “Dogma”, então, é um fato amparado pelo Novo Testamento. Agora, a pergunta pode ser feita é se, havendo dogmas, a teologia é, também, dogmática. Não há nenhum problema em que ela seja dogmática, se está calcada nos dogmas, como estabelecidos pela Escritura, segundo a afirmação de fé dos apóstolos e dos presbíteros de Jerusalém, conforme Atos 16:4. Não será recomendável que seja dogmática no sentido de estabelecer intolerância e inflexibilidade também condenadas pela bíblia. Ao se examinar a passagem de Atos, precisaríamos perguntar acerca do conteúdo do “dogma” contido na pregação dos apóstolos e dos presbíteros.

    Ninguém negaria que houve, posteriormente, acréscimos aos dogmas dos apóstolos e dos presbíteros. Ai, sim, não pode aceitar o apelativo dogmático. Dogmas são somente as verdades da Escritura. Nesse sentido é que Karl Barth chama a sua teologia de “Dogmática Eclesiástica” (Kirchliche Dogmatik). Como vemos podemos observar, Karl Barth coloca a própria fé da Igreja calcada somente no conteúdo teológico dos dogmas afirmados por Atos 16:4, devemos, por outro lado, prestar atenção ao fato de que em outros lugares do Novo Testamento aparecem várias vezes a palavra dogma. Mas nestes lugares (Luc.2:1; Heb 11:23; Col 2:14), a palavra dogma tem um sentido abominável para a teologia e para a Bíblia. Portanto, quando falamos em dogma, precisamos depurar a palavra dos seus maus sentidos. BTl

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Curiosidades Bíblicas:

As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos. Essas divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras. Stephen Langton, professor da Universidade de Paris, mais tarde arcebispo da Cantuária, dividiu a Bíblia em capítulos em 1227. Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos em 1551 e em 1555. Felizmente, estudiosos judeus, desde aquela época, adotaram essa divisão de capítulos e versículos para o Antigo Testamento.

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