Ao relacionar o dinheiro como um investimento pelo qual o sujeito recebe uma recompensa de Deus de acordo com o valor monetário “investido”, o tal pastor partiu para o ataque e disse: Quem dera ter um "Peixe" pra GeZui$!
- DEPÓSITO TEOLÓGICO -
Metodismo: no Brasil desde 29 de agosto de 1835
Pense Nisto:
Martinho Lutero!
Segunda-feira, Março 05, 2012
Quem dera ter um "Peixe" pra GeZui$!
Ao relacionar o dinheiro como um investimento pelo qual o sujeito recebe uma recompensa de Deus de acordo com o valor monetário “investido”, o tal pastor partiu para o ataque e disse: Quem dera ter um "Peixe" pra GeZui$!
Sexta-feira, Fevereiro 17, 2012
Carnaval tô nessa de Novo!
O CARNAVAL, como todas as festas populares de entretenimento ou religiosa, tem por objetivo relembrar, tenta resgatar, para proporcionar às pessoas aquilo que é um anseio na vida que parece comprometido: felicidade!
As pessoas acreditam nessas festas, que em sua origem, todas tinham por objetivo isso mesmo: proporcionar às pessoas momentos felizes!
Poucos se interessam em conhecer o porquê e como surgiram essas festas; simplesmente crêem. O importante para elas é desfrutar dessas oportunidades para ver se experimentam alguma felicidade na vida.
As festas populares de entretenimento ou religiosa se transformam com o passar do tempo: perdem seu sentido original, se modificam; e tantas... já nem podem ser compreendidas muito bem! Daí, quantos hoje participam dessas festas sem, contudo, conhecerem o porquê e como surgiram! Quando ainda é possível.
Muitas delas surgiram com intenções boas, organizadas e primavam mesmo pela felicidade! A verdade é que sempre houve pessoas bem intencionadas, dispostas em proporcionar ao próximo a possibilidade de ser feliz!
Quantas festas já não tiveram oportunidade de participar, cujo objetivo seja este? Proporcionar para nós momentos felizes! Mas, devido às pessoas não conseguirem ser feliz! Ou mesmo, experimentar momentos de felicidade, muitas outras festas estarão surgindo...
Se continuarmos participando dessas festas, que garantia tem de obter sucesso quanto ao objetivo que é nos proporcionar felicidade? Pois, os resultados têm sido questionados! Após a realização destas festas, se constata, as pessoas têm mostrado-se cada vez mais carentes de felicidade!
O objetivo deste folheto é justamente este: apresentar dentre tantas festas populares de entretenimento ou religiosa, uma singular celebração que tem garantia divina! “-Se alguém tem sede (de uma vida feliz), venha a mim e beba. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'Rios de água viva vão jorrar do coração de quem crê em mim'. Jesus estava falando a respeito do Espírito Santo, que aqueles que criam nele iriam receber”, Jo.7.37-39.
Não se trata de uma festa passageira, nem tampouco que ocorra em algum lugar distante de nós e que, talvez, nos proporcione alguma felicidade, algum momento de celebração ou de prazer! Trata-se de algo que ocorre dentro de nós! E, para sempre.
Se nos damos ao esforço de acreditar em festas populares de entretenimento ou religiosa, visando experimentar alguma felicidade; por que não dar a nós mesmos a chance de acreditar em alguém acima de qualquer suspeita, como Jesus, que fez a afirmação acima? E nos garante ser tudo o que temos buscado na vida e, ainda, numa proporção inimaginável?
Esta água viva da qual Jesus está falando é figura do Espírito Santo que Ele mesmo, Jesus, dará a todos quantos nele crer! Ou seja, o Espírito Santo virá morar no coração dessa pessoa que crer, para guiá-la por um caminho que lhe garanta felicidade perene. Queira você, essa pessoa seja você!
Que significa “crer em Jesus”? “crer” é ter por certo; ter por verdadeiro; é aceitar, no caso, o que Jesus diz; e, praticar o que ele diz, de fato, é expressar que nele se crê!
CARNAVAL, TÔ FORA, POR QUE...
As evidências desta festa popular que tem por objetivo trazer felicidade, celebração e prazer... Também tem trazido muita tristeza, confusão e dor às pessoas que dela participam. Reflitamos neste texto sagrado: “Por acaso pode a mesma fonte jorrar água doce e água amarga? Uma fonte de água salgada não pode dar água doce”, Tg.3.11-12
Extraído do Folheto “Carnaval, to nessa de Novo!” da CML ( Cruzada Mundial de Literatura)
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012
Pais de Santo evangélicos
Derval Dasilio
O culto evangélico tem sido invadido pela magia, prestidigitação ritual, curandeirismo e superstição. Pastores e pastoras midiáticos também assumem os lugares de santos e santas da religião popular, como pais de santo de terno e gravata, ganhando a admiração ou rejeição de crentes do protestantismo histórico. Constituirão num perigo, como foi em todos os tempos na religião cristã?
A religião pessoal recente, contemporânea, não é estranha à igreja do tempo bíblico. Nesta, as aspirações espirituais se misturavam com solicitações grosseiras e vulgares de satisfação física e material. Não havia uma linha demarcatória entre o culto mágico e a nova religião. Práticas de astrologia, adivinhação, prestidigitação, superstição e magia, eram elementos que permeavam o culto cristão. Papiros contendo orações e hinos “libertadores” eram elementos que circulavam juntamente com esboços das fontes dos evangelhos. Maldições e pragas se insinuavam em práticas supersticiosas repulsivas. Qual a diferença, quanto ao que observamos hoje, com o público cativo em torno dos “santos e santas evangélicos” da telinha?
Para alguns (parece que não são muitos), na comunidade e no âmbito da família, a fé não deveria ser assim, materializada e pragmática. Pedem soluções, metas, políticas, para se estancar estruturalmente a onda de injustiça social, de violência, de corrupção, que grassa no mundo, atingindo a família em cheio. Por exemplo, quais das nossas famílias não têm vítimas da violência, das doenças sociais, do drogadismo criminoso ou farmacológico, alcoolismo, tabagismo, consumismo? E nos lares evangélicos, quem escapa do culto aos “santos” e “santas” evangélicos? Diariamente, “pastores” e “pastoras” ocupam horários no “espaço sagrado do lar”, doutrinando milhões de crentes para a religião da ganância, “ganhando almas para Jesus” (na verdade ganhando compradores para produtos de qualidade discutível). Estes e estas, no domingo, vão aos cultos da igreja local.
A pentecostalização eclesiástica comum inclina-se também à simplificação da prática e procura do “melhor espetáculo litúrgico” high tech, eletrônico, com trucagens digitais. A vida devocional diária, pela televisão, com o uso da religião mágica, leva para a sala ou o quarto de dormir objetos simbólicos neoevangélicos. Um seminarista fez um inventário das práticas que já alcançam lares evangélicos tradicionais. Orações de poder impressas, rosas vermelhas, galhos de arruda, sal grosso, manto santo, chave da vitória, toalhas, lenços, ao lado da Bíblia. Vigília do milagre, unções em carros e residências para evitar “mau-olhado” merecem atenção. Realizando-se “batalhas espirituais” e auto-exorcismos chega-se à “vitória”, creem. Expressões comuns, conceitos abstratos, mas essa “espiritualidade”, como disse Pedro Lísias Moraes e Silva, impõe resultados materiais aqui e agora, demonstrados na prática familiar ou publicamente.
O culto simbólico, carismático, torna-se modelo. Desconhecendo a esperança ética de transformações, mergulha no louvor como bajulação de um “deus quebra-galho”, apresentando receitas novas, porém sem ingredientes, sem forno e tabuleiro para a vida de fé. Para muitos evangélicos, os objetos mágico-simbólicos ajudam muito, preocupados com a prosperidade material e solução para tudo. Vale o dinheiro, o sucesso, o êxito na vida. "Entre Deus e o dinheiro, o segundo é o primeiro", disse um teólogo. Aí está o novo culto evangélico: diversões musicais, prestidigitação, amuletos e ganância por vitórias. Sucesso e fortuna.
Na fuga religiosa, o púlpito e a mesa da comunhão, por excelência, alimentadores da fé, são também substituídos por parafernálias eletrônicas. Ofertórios compulsórios, no culto, anunciam promessas jamais cumpridas. Deus é bajulado com louvação insincera, interesseira; não há lugar para a oração íntima, de indignação e de inconformismo com as injustiças no mundo (como podemos ver em muitos Salmos). No novo culto pentecostalizado, quem intercede busca o milagre compulsório. Inexistem cultos e ritos em ação de graças pelos que morrem; enlutados são ignorados, porque a morte é concebida como derrota das teses de cura ou exorcismo do mal sistêmico, perdendo relevância pastoral e litúrgica.
A fé neoevangélica não é inclusiva. É extorsiva, autoritária, abusiva. Desconsidera as lutas por direitos, da mulher e da criança, do jovem e do idoso, despreza as minorias oprimidas e as alija da vida de fé; esquece adolescentes sob forte risco social, que morrem como moscas nas periferias das metrópoles e são condenados à marginalização perpétua. A população jovem é a que mais sofre violência. Pastores são acusados de conluio com sequestradores e traficantes ou de surrar seus filhos (leia A Gazeta, 29/05/2009 e A Tribuna, 18/10/2011). Crianças de hoje também levam armas de fogo para as salas de aula e pretendem matar professores. Por quê?
Jovens evangélicos universitários, da classe média, carismáticos, sem orientação sobre ética e missão cristãs, servem à alienação nos louvores emocionados, na pele arrepiada pela oração esotérica (pra dentro, oposta à realidade humana externa, nas implicações referentes ao aviltamento da justiça, desigualdades, intolerância, preconceitos, violação de direitos fundamentais). Imaginam-se “diante do trono”, pensando e contribuindo com o sucesso dos astros e igrejas milionários. Enquanto isso, ocupam altares em busca de espaço e visibilidade, olhos estrábicos ao mal sistêmico que não se quer combater, sem a profundidade espiritual da experiência de Deus nos quinze a trinta minutos de louvor.
Gramática Hebraica:
A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Download PDF - 69.4M)
A Hebrew Grammar: With a Praxis on Select Portions of Genesis and the Psalms de Moses Stuart - 1823 - 426 páginas (Download PDF - 14.1M)
A Grammar of the Hebrew Language of the Old Testament - Página 48 (Download PDF - 20.9M)
A Manual Hebrew Grammar for the Use of Beginners de James Seixas - 1834 - 119 páginas (Download PDF - 3.8M)
Critical Grammar of the Hebrew Language (Download PDF - 12.1M)
The book of Ruth in Hebrew, with a critically-revised text, various readings ... (Download PDF - 4.9M)
Estudos Bíblicos:
Tyndale Archive of Biblical Studies:: Jastrow's Rabbinic Hebrew & Aramaic Dictionary:: Gesenius' Biblical Hebrew & Aramaic Dictionary:: Crum's Coptic Dictionary:: Payne-Smith's Syriac Dictionary:: Wilson's Englishman's Hebrew Dictionary
Liguagens Bíblicas/Lexicons:
2LetterLookup :: Full & Middle Liddell & Scott: Greek-English Lexicon:: Gesenius: Hebrew & Chaldee (ie Aramaic) Lexicon:: Jastrow: Dictionary of Targumim, Talmud & Midrashic Literature:: W.E. Crum Coptic Dictionary:: Payne-Smith: Compendious Syriac Dictionary:: Wilson: Englishman's Hebrew Dictionary:: Thayer: Greek Lexicon with verse vocabulary lists:: Sahidic Coptic Dictionary:: Akkadian Dictionary
Outros Recursos de Estudos Bíblicos na Web: lexicons & dictionaries
Melingo modern Hebrew dictionary :: Historical Dictionary of the Hebrew Language:: Semantics of Ancient Hebrew Database :: Comprehensive Aramaic Lexicon :: Sokoloff's Dictionary of Jewish Palestinian Aramaic:: Kalós :: Perseus Greek Morphology analysis :: Demetrios - Database of Septuagint Greek :: Lewis & Short Latin Dictionary :: Whitaker Words :: Perseus Latin Morphological Analysis:: Chicago Demotic Dictionary :: Chicago Hittite Dictionary :: Hittite Lexicon :: Hieroglyph Dictionary:: Old Babylonian Akkadian :: Sumerian Word List
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