<<< "A humanidade e o reflexo da maldade de Deus, ainda que o seu mal seja desfigurado em nossa consciência decadente, o seu amor e misericordia esta sobre nós." - Gen. 8:21 >>>

Pense Nisto:

“A vida má não causa grande dano a não ser a si mesma, mas o ensinamento errado é o maior mal neste mundo, porque leva multidões de almas ao inferno. Não estou preocupado se és bom ou mau, mas eu atacarei teu ensinamento venenoso e mentiroso que contradiz a palavra de Deus.”

Martinho Lutero!

domingo, outubro 29, 2017

domingo, junho 26, 2016

Bíblias

inScript™ 3.0

Westminster Leningrad Codex Hebrew

 Greek Tischendorf

segunda-feira, novembro 02, 2015

Respeito aos mortos!

As liberdades e os direitos foram garantidos na Carta Magna, mas o acesso a tudo que ali se preconizava mantém-se tão utópico quanto nos anos 70

Há 40 anos morria Vladimir Herzog, o símbolo da luta contra a ditadura e cuja tortura e morte - bem como o significativo culto ecumênico que se seguiu - abriram irrevogavelmente os porões do sistema político e iniciaram a sua decadência. Três anos após a sua morte, o governo militar já era condenado abertamente por esse e outros horrores cometidos no Destacamento de Operações Internas – Comando Operacional de Informações do 2º Exército. Vladimir está sendo chamado de segundo Tiradentes! O primeiro, o dentista mineiro executado em 21 de abril de 1796, morreu pela independência do seu país. O segundo, deu a vida pelo que acreditava ser a justa liberdade de expressão, de vida e de direitos de seus concidadãos num sistema democrático.

Existem de fato inúmeras semelhanças. Infelizmente, macabras! O Brasil pós Joaquim José da Silva Xavier não se tornou um país independente. Nem em termos imediatos e políticos (ainda demorou 26 anos), e menos ainda em termos de cidadania e consolidação das instituições que lhe garantissem a autonomia de fato e de direito. O país, que deixou 1822 para trás, ficou dependente até hoje de outros países via dívida externa e refém do analfabetismo e da morte precoce em decorrência de doenças e epidemias. Em 1982, aqui numa cidade bem perto de Londrina, morriam 127 crianças a cada mil nascimentos. O país nascido do "Grito do Ipiranga" não honrou o seu principal mártir, colocando na lápide dele a garra, a luta continuada e os avanços que fariam jus ao seu desejo de libertação.

Mas, se não o fez com o primeiro Tiradentes, muito menos com o segundo! O jornalista iugoslavo, brasileiro de coração, acreditava num Brasil diferente, arejado, moderno, livre. Colocou a caneta e a vida a serviço desse projeto, roubado momentaneamente pelos militares. Foi torturado até à morte. Menos de dez anos depois começava o processo de redemocratização do país. A ditadura caía de podre e as instituições começavam devagar a trilhar um caminho de verdadeiro Estado de Direito. Tudo parecia seguir o roteiro normal da mudança de regime já experimentado em tantos países! No entanto, o segundo Tiradentes cujo aniversário de morte celebramos esses dias não pôde repousar em paz! A maioria dos atores, protagonistas do novo sistema político, eram mais velhos do que se poderia imaginar. As liberdades e os direitos foram garantidos na Carta Magna; mas o acesso a tudo que ali se preconizava e o exercício de uma democracia limpa, transparente e profícua, mantém-se tão utópica quanto nos anos 70. Pior ainda é constatar a tortura levada a cabo sobre tantos cidadãos, que no terceiro milênio vivem completamente sem esperança, do nascimento à morte!

Tanto um quanto o outro, não morreram em vão é claro. Mas no mês em que lembramos os nossos finados entes, faz-se necessário e urgente que o Brasil os honre de forma coerente! E quando se trata da memória dos mortos, de nada adiantam os imponentes mausoléus, se se ignoram na prática política os ideais porque eles lutaram. O Brasil de hoje não faz jus aos seus heróis do passado. Repete erros crassos da sua história e perpetua situações contra as quais eles deram a vida. Se acreditamos que um dos marcos civilizatórios mais relevantes, foi o respeito e enterro decente dos mortos, podemos dizer que até nisso demonstramos certa e inquietante primariedade que rima plenamente com a indiferença e a apatia perante os vivos que perambulam pelas nossas cidades, sem acesso aos direitos mínimos que lhes proporcionariam dignidade.

Logo estarão pedindo feriado para o dia 25 de outubro. Afinal, a mediocridade crê firmemente que é parando as atividades diuturnas que se comemora algo! E assim vamos negando o descanso eterno aos nossos heróis do passado.

MANUEL JOAQUIM RODRIGUES DOS SANTOS é padre na Arquidiocese de Londrina

Matéria Pub. na Folha de Londrina em 01/11/2015

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Aramaico uma biblioteca aramaica

Aramaico

Uma biblioteca sobre a língua e cultura aramaica.


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Curiosidades Bíblicas:

As Bíblias mais antigas não eram divididas em capítulos e versículos. Essas divisões foram feitas para facilitar a tarefa de citar as Escrituras. Stephen Langton, professor da Universidade de Paris, mais tarde arcebispo da Cantuária, dividiu a Bíblia em capítulos em 1227. Robert Stephanus, impressor parisiense, acrescentou a divisão em versículos em 1551 e em 1555. Felizmente, estudiosos judeus, desde aquela época, adotaram essa divisão de capítulos e versículos para o Antigo Testamento.

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